A IA conversacional vem transformando o atendimento digital. Um exemplo é a Altshuler Shaham, líder em serviços financeiros internacionais. A empresa enfrentava um gargalo de crescimento. Dependia de suporte por telefone e de um chatbot rígido, com menus engessados e alta taxa de desistência.
O modelo centrado em chamadas gerava longas esperas e sobrecarga da equipe. Já o chatbot tradicional não sustentava jornadas mais complexas. O resultado foi uma taxa de abandono de 62% nos fluxos digitais.
Para reverter esse cenário, a empresa implementou a IA conversacional do CommBox sobre seus sistemas. A estratégia priorizou jornadas digitais no WhatsApp e no chat web, com agentes capazes de compreender intenção em texto livre.
Em poucas semanas, o abandono caiu para 14%. A taxa de automação alcançou 53% das interações. Além disso, os fluxos digitais passaram a gerar 32% de conversão em leads.
O que mudou com a IA conversacional na prática
A IA conversacional deixou de apenas responder perguntas. Passou a executar ações completas. Entre elas, atualização de contas bancárias, envio e assinatura de documentos e validação de identidade via OTP.
O projeto entrou em operação em seis semanas. A verificação de identidade tornou-se 100% aderente às exigências regulatórias. Consultas complexas, como câmbio e depósitos, passaram a ser resolvidas no próprio canal digital.
IA conversacional como infraestrutura de negócio
Esse caso mostra que IA conversacional não é apenas interface. É integração profunda com CRM, sistemas internos e regras de negócio.
No Brasil, o CommBox é fornecido e implementado pela Ewave do Brasil. A empresa apoia organizações que desejam reduzir abandono no atendimento digital, automatizar jornadas e escalar o suporte com segurança.
Se a sua operação enfrenta gargalos semelhantes, este é o momento de evoluir com a IA conversacional. Vamos conversar.

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